{"id":138,"date":"2019-01-16T09:39:51","date_gmt":"2019-01-16T11:39:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www.endoclin.com.br\/site\/?page_id=138"},"modified":"2026-07-28T14:12:19","modified_gmt":"2026-07-28T17:12:19","slug":"doencas-inflamatorias-intestinais","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.endoclin.com.br\/site\/doencas-inflamatorias-intestinais\/","title":{"rendered":"Doen\u00e7as Inflamat\u00f3rias Intestinais"},"content":{"rendered":"<h1>Doen\u00e7a de Crohn e Retocolite Ulcerativa<\/h1>\n<h2>O que s\u00e3o as Doen\u00e7as Inflamat\u00f3rias Intestinais?<\/h2>\n<p>A Doen\u00e7a de Crohn (DC) e a Retocolite Ulcerativa (RCU) fazem parte do grupo das Doen\u00e7as Inflamat\u00f3rias Intestinais (DII). S\u00e3o doen\u00e7as cr\u00f4nicas, caracterizadas por uma inflama\u00e7\u00e3o persistente do sistema digestivo.<\/p>\n<p>Podem surgir em qualquer idade, mas s\u00e3o mais frequentemente diagnosticadas em adolescentes e adultos jovens. Estima-se que milh\u00f5es de pessoas convivam com DII em todo o mundo (1). No Brasil, sua ocorr\u00eancia tem aumentado, especialmente nas regi\u00f5es Sul e Sudeste (2).<\/p>\n<p>As DII n\u00e3o apresentam uma causa \u00fanica. Acredita-se que resultem da intera\u00e7\u00e3o entre predisposi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica, microbiota intestinal, fatores ambientais e uma resposta inadequada do sistema imunol\u00f3gico.<\/p>\n<h2>Qual \u00e9 a diferen\u00e7a entre Doen\u00e7a de Crohn e Retocolite Ulcerativa?<\/h2>\n<p>A Doen\u00e7a de Crohn pode atingir qualquer parte do tubo digestivo, da boca ao \u00e2nus. As regi\u00f5es mais frequentemente comprometidas s\u00e3o o final do intestino delgado, chamado \u00edleo, e o in\u00edcio do intestino grosso. A inflama\u00e7\u00e3o pode atravessar toda a espessura da parede intestinal.<\/p>\n<p>A Retocolite Ulcerativa compromete o reto e o c\u00f3lon, tamb\u00e9m chamado intestino grosso. A inflama\u00e7\u00e3o geralmente come\u00e7a no reto e pode se estender de maneira cont\u00ednua por diferentes segmentos do c\u00f3lon, permanecendo limitada \u00e0s camadas mais superficiais da parede intestinal.<\/p>\n<h2>Principais sintomas<\/h2>\n<p>Os sintomas variam conforme a localiza\u00e7\u00e3o, a extens\u00e3o e a intensidade da inflama\u00e7\u00e3o. Os mais frequentes s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Diarreia, que pode apresentar sangue ou muco;<\/li>\n<li>Urg\u00eancia para evacuar;<\/li>\n<li>Dor abdominal;<\/li>\n<li>Perda de peso ou de apetite;<\/li>\n<li>Febre e cansa\u00e7o;<\/li>\n<\/ul>\n<p>As DII tamb\u00e9m podem causar manifesta\u00e7\u00f5es fora do intestino, como aftas, dores ou inflama\u00e7\u00f5es articulares e altera\u00e7\u00f5es na pele, nos olhos e nas vias biliares.<\/p>\n<p>Alguns pacientes apresentam per\u00edodos prolongados sem sintomas. Mesmo nesses casos, o acompanhamento \u00e9 importante para confirmar que a inflama\u00e7\u00e3o intestinal tamb\u00e9m est\u00e1 controlada.<\/p>\n<h2>Poss\u00edveis complica\u00e7\u00f5es<\/h2>\n<p>Quando a inflama\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 adequadamente tratada, podem ocorrer complica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Na Doen\u00e7a de Crohn, as principais s\u00e3o estreitamentos do intestino, chamados estenoses, abscessos e f\u00edstulas, inclusive na regi\u00e3o perianal.<\/p>\n<p>Na Retocolite Ulcerativa, crises intensas podem causar anemia, necessidade de interna\u00e7\u00e3o e, em situa\u00e7\u00f5es graves, indica\u00e7\u00e3o de cirurgia. A inflama\u00e7\u00e3o extensa e mantida durante muitos anos tamb\u00e9m aumenta o risco de c\u00e2ncer colorretal, motivo pelo qual podem ser recomendadas colonoscopias peri\u00f3dicas de vigil\u00e2ncia.<\/p>\n<h2>Como \u00e9 feito o diagn\u00f3stico?<\/h2>\n<p>O diagn\u00f3stico \u00e9 estabelecido pela combina\u00e7\u00e3o dos sintomas, avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica, exames laboratoriais, m\u00e9todos endosc\u00f3picos, exames de imagem e an\u00e1lise das bi\u00f3psias.<\/p>\n<h3>Exames de sangue e fezes<\/h3>\n<p>Os exames laboratoriais ajudam a identificar anemia, altera\u00e7\u00f5es nutricionais, infec\u00e7\u00f5es e sinais de inflama\u00e7\u00e3o. Entre os marcadores mais utilizados est\u00e3o a Prote\u00edna C reativa (PCR), a Velocidade de hemossedimenta\u00e7\u00e3o (VHS) e a Calprotectina fecal.<\/p>\n<p>A calprotectina fecal \u00e9 particularmente \u00fatil para estimar a atividade inflamat\u00f3ria intestinal e acompanhar a resposta ao tratamento.<\/p>\n<h3>Endoscopia e colonoscopia<\/h3>\n<p>A colonoscopia com bi\u00f3psias \u00e9 fundamental para o diagn\u00f3stico e permite avaliar a localiza\u00e7\u00e3o, a extens\u00e3o e a intensidade da inflama\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Importante lembrar que os exames endosc\u00f3picos tamb\u00e9m s\u00e3o utilizados durante o acompanhamento para verificar a resposta ao tratamento e a cicatriza\u00e7\u00e3o da mucosa intestinal.<\/p>\n<h3>Exames de imagem<\/h3>\n<p>A enterografia por resson\u00e2ncia magn\u00e9tica, a tomografia computadorizada e a ecografia intestinal auxiliam na avalia\u00e7\u00e3o intestinal e na identifica\u00e7\u00e3o de estenoses, abscessos e f\u00edstulas.<\/p>\n<h3>C\u00e1psula endosc\u00f3pica<\/h3>\n<p>A c\u00e1psula endosc\u00f3pica \u00e9 um exame complementar considerado n\u00e3o invasivo que pode nos dar imagens de toda a extens\u00e3o do intestino Delgado.<\/p>\n<h2>Tratamento<\/h2>\n<p>Embora sejam doen\u00e7as cr\u00f4nicas, atualmente existem diferentes op\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas capazes de controlar os sintomas, cicatrizar o intestino e reduzir o risco de complica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O tratamento \u00e9 individualizado. A escolha considera o tipo de DII, sua localiza\u00e7\u00e3o e gravidade, doen\u00e7as associadas, tratamentos anteriores, idade e prefer\u00eancias do paciente (3,4).<\/p>\n<h2>Aminossalicilatos<\/h2>\n<p>A mesalazina \u00e9 utilizada no tratamento da Retocolite Ulcerativa leve a moderada. Pode ser administrada por via oral ou retal, na forma de suposit\u00f3rios ou enemas, de acordo com a extens\u00e3o da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Seu benef\u00edcio na Doen\u00e7a de Crohn \u00e9 limitado e restrito a situa\u00e7\u00f5es selecionadas.<\/p>\n<h2>Corticoides<\/h2>\n<p>Prednisona, prednisolona, budesonida e corticoides endovenosos podem ser utilizados para controlar uma crise e induzir a remiss\u00e3o.<\/p>\n<p>Essas medica\u00e7\u00f5es n\u00e3o devem ser utilizadas como tratamento de manuten\u00e7\u00e3o. O uso prolongado aumenta o risco de infec\u00e7\u00f5es, osteoporose, diabetes, hipertens\u00e3o, catarata e outras complica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h2>Imunomoduladores<\/h2>\n<p>Azatioprina e metotrexato podem ser empregados em situa\u00e7\u00f5es selecionadas, inclusive em associa\u00e7\u00e3o com determinados medicamentos biol\u00f3gicos.<\/p>\n<p>Como apresentam in\u00edcio de a\u00e7\u00e3o mais lento e podem provocar efeitos adversos, exigem acompanhamento cl\u00ednico e exames laboratoriais peri\u00f3dicos.<\/p>\n<h2>Antibi\u00f3ticos<\/h2>\n<p>Os antibi\u00f3ticos n\u00e3o s\u00e3o utilizados rotineiramente para controlar a inflama\u00e7\u00e3o intestinal. Podem ser indicados quando existem infec\u00e7\u00f5es, abscessos ou algumas complica\u00e7\u00f5es perianais.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: left;\">Terapias avan\u00e7adas<\/h2>\n<p>As terapias avan\u00e7adas incluem medicamentos biol\u00f3gicos e pequenas mol\u00e9culas administradas por via oral.<\/p>\n<p>S\u00e3o utilizadas nas formas moderadas a graves, na doen\u00e7a fistulizante, na depend\u00eancia de corticoides ou quando existem fatores associados a maior risco de complica\u00e7\u00f5es. Em determinados pacientes, podem ser indicadas precocemente, sem a necessidade de passar por todas as terapias convencionais.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de melhorar os sintomas, essas terapias podem controlar a inflama\u00e7\u00e3o, favorecer a cicatriza\u00e7\u00e3o intestinal e diminuir a necessidade de interna\u00e7\u00f5es e cirurgias.<\/p>\n<h2>Medicamentos anti-TNF<\/h2>\n<p>Os medicamentos anti-TNF bloqueiam o fator de necrose tumoral, uma prote\u00edna envolvida no processo inflamat\u00f3rio:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Infliximabe:<\/strong> Doen\u00e7a de Crohn e Retocolite Ulcerativa;<\/li>\n<li><strong>Adalimumabe:<\/strong> Doen\u00e7a de Crohn e Retocolite Ulcerativa;<\/li>\n<li><strong>Golimumabe:<\/strong> Retocolite Ulcerativa.<\/li>\n<\/ul>\n<h2>Anti-integrina<\/h2>\n<p>O <strong>Vedolizumabe<\/strong> atua de maneira seletiva, reduzindo o tr\u00e1fego de c\u00e9lulas inflamat\u00f3rias para o intestino. \u00c9 aprovado para o tratamento da Doen\u00e7a de Crohn e da Retocolite Ulcerativa.<\/p>\n<h2>Inibidor das interleucinas 12 e 23<\/h2>\n<p>O <strong>Ustequinumabe<\/strong> bloqueia uma subunidade compartilhada pelas interleucinas 12 e 23. Pode ser utilizado tanto na Doen\u00e7a de Crohn quanto na Retocolite Ulcerativa.<\/p>\n<h2>Inibidores seletivos da interleucina 23<\/h2>\n<p>Novas terapias biol\u00f3gicas atuam bloqueando seletivamente a subunidade p19 da interleucina 23:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Risanquizumabe:<\/strong> aprovado no Brasil para Doen\u00e7a de Crohn e Retocolite Ulcerativa moderada a grave (5);<\/li>\n<li><strong>Guselcumabe:<\/strong> aprovado para Retocolite Ulcerativa e Doen\u00e7a de Crohn moderadas a graves (6,8);<\/li>\n<li><strong>Miriquizumabe:<\/strong> aprovado para Retocolite Ulcerativa moderada a grave (7).<\/li>\n<\/ul>\n<h2>Inibidores de JAK<\/h2>\n<p>S\u00e3o pequenas mol\u00e9culas administradas por via oral:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Tofacitinibe:<\/strong> indicado para Retocolite Ulcerativa;<\/li>\n<li><strong>Upadacitinibe:<\/strong> indicado para Retocolite Ulcerativa e Doen\u00e7a de Crohn (9).<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Observa\u00e7\u00e3o:<\/strong> A aprova\u00e7\u00e3o regulat\u00f3ria de um medicamento n\u00e3o significa, necessariamente, sua disponibilidade imediata nos planos de sa\u00fade ou no Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS). O acesso pode variar conforme a indica\u00e7\u00e3o, a cobertura assistencial e os crit\u00e9rios estabelecidos para seu fornecimento..<\/p>\n<h2>Seguran\u00e7a e acompanhamento<\/h2>\n<p>As terapias avan\u00e7adas apresentam efic\u00e1cia e seguran\u00e7a bem estabelecidas quando corretamente indicadas e acompanhadas.<\/p>\n<p>Antes de iniciar o tratamento, podem ser solicitados exames para tuberculose, hepatites e outras infec\u00e7\u00f5es. A situa\u00e7\u00e3o vacinal tamb\u00e9m deve ser revisada e atualizada.<\/p>\n<p>Durante o acompanhamento, \u00e9 importante comunicar \u00e0 equipe m\u00e9dica sintomas como febre persistente, infec\u00e7\u00f5es, falta de ar, les\u00f5es de pele ou qualquer altera\u00e7\u00e3o diferente do habitual.<\/p>\n<p>Os riscos, os exames de monitoriza\u00e7\u00e3o e os cuidados necess\u00e1rios variam conforme o medicamento e as caracter\u00edsticas de cada paciente.<\/p>\n<h2>Objetivos do tratamento<\/h2>\n<p>O tratamento moderno busca resultados que v\u00e3o al\u00e9m da melhora da diarreia e da dor abdominal. Os principais objetivos s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Controlar os sintomas;<\/li>\n<li>Normalizar os marcadores inflamat\u00f3rios;<\/li>\n<li>Cicatrizar a mucosa intestinal;<\/li>\n<li>Evitar o uso prolongado de corticoides;<\/li>\n<li>Prevenir hospitaliza\u00e7\u00f5es, cirurgias e complica\u00e7\u00f5es;<\/li>\n<li>Recuperar a qualidade de vida.<\/li>\n<\/ul>\n<p>O objetivo \u00e9 permitir que o paciente retome sua rotina: trabalhar, estudar, praticar atividades f\u00edsicas, viajar e conviver com mais seguran\u00e7a e liberdade.<\/p>\n<p><strong>Tire suas d\u00favidas com nossa equipe m\u00e9dica e de enfermagem.<\/strong><\/p>\n<h2>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/h2>\n<ol>\n<li>GBD 2017 Inflammatory Bowel Disease Collaborators. The global, regional, and national burden of inflammatory bowel disease in 195 countries and territories, 1990\u20132017: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2017. <em>Lancet Gastroenterol Hepatol.<\/em> 2020;5(1):17-30.<\/li>\n<li>Quaresma AB, Dami\u00e3o AOMC, Coy CSR, et al.\u00a0Temporal trends in the epidemiology of inflammatory bowel diseases in the public healthcare system in Brazil: a large population-based study. <em>Lancet Reg Health Am.<\/em> 2022;13:100298.<\/li>\n<li>Imbrizi M, Baima JP, Azevedo MFC, et al.\u00a0Second Brazilian consensus on the management of Crohn\u2019s disease in adults: a consensus of the Brazilian Organization for Crohn\u2019s Disease and Colitis (GEDIIB). <em>Arq Gastroenterol.<\/em> 2022;59(Suppl 1):20-50. doi:10.1590\/S0004-2803.2022005S1-02.<\/li>\n<li>Baima JP, Imbrizi M, Andrade AR, et al.\u00a0Second Brazilian consensus on the management of ulcerative colitis in adults: a consensus of the Brazilian Organization for Crohn\u2019s Disease and Colitis (GEDIIB). <em>Arq Gastroenterol.<\/em> 2022;59(Suppl 1):51-84.<\/li>\n<li>Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria \u2013 Anvisa. <strong>Skyrizi\u00ae (risanquizumabe): nova indica\u00e7\u00e3o para Doen\u00e7a de Crohn.<\/strong> Publica\u00e7\u00e3o no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o em 21 nov. 2022. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.gov.br\/anvisa\/pt-br\/assuntos\/medicamentos\/novos-medicamentos-e-indicacoes\/skyrizi-risanquizumabe<\/li>\n<li>Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria \u2013 Anvisa. <strong>Tremfya\u00ae (guselcumabe): nova indica\u00e7\u00e3o para Retocolite Ulcerativa.<\/strong> Publica\u00e7\u00e3o no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o em 5 nov. 2024. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.gov.br\/anvisa\/pt-br\/assuntos\/medicamentos\/novos-medicamentos-e-indicacoes\/tremfya-guselcumabe-nova-indicacao-1<\/li>\n<li>Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria \u2013 Anvisa. <strong>Omvoh\u00ae (miriquizumabe): registro para Retocolite Ulcerativa.<\/strong> Publica\u00e7\u00e3o no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o em 2 dez. 2024. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.gov.br\/anvisa\/pt-br\/assuntos\/medicamentos\/novos-medicamentos-e-indicacoes\/omvoh-miriquizumabe-novo-registro<\/li>\n<li>Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria \u2013 Anvisa. <strong>Tremfya\u00ae (guselcumabe): nova indica\u00e7\u00e3o para Doen\u00e7a de Crohn.<\/strong> Publica\u00e7\u00e3o no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o em 24 mar. 2025. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.gov.br\/anvisa\/pt-br\/assuntos\/medicamentos\/novos-medicamentos-e-indicacoes\/tremfya-guselcumabe-nova-indicacao-2<\/li>\n<li>AbbVie Farmac\u00eautica Ltda. <strong>Rinvoq\u00ae (upadacitinibe): bula aprovada pela Anvisa<\/strong>, incluindo indica\u00e7\u00f5es para Retocolite Ulcerativa e Doen\u00e7a de Crohn. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.abbvie.com.br\/content\/dam\/abbvie-com2\/br\/documents\/Paciente_ANVISA_RINVOQAD.pdf<\/li>\n<\/ol>\n<h1 style=\"text-align: center;\">Centro de Infus\u00e3o de Medicamentos Especiais<\/h1>\n<p>A Endoclin conta com uma equipe multidisciplinar, composta por m\u00e9dicos, enfermeira, t\u00e9cnicas de enfermagem com treinamento para a infus\u00e3o de medicamentos Biol\u00f3gicos. Nosso Centro de Infus\u00e3o possui ambiente diferenciado, amplo com toda a estrutura necess\u00e1ria para a sua seguran\u00e7a e conforto na aplica\u00e7\u00e3o destes medicamentos especiais.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-276 \" src=\"https:\/\/www.endoclin.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/IMG_2043.jpg\" alt=\"\" width=\"379\" height=\"568\"  loading=\"lazy\" srcset=\"https:\/\/www.endoclin.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/IMG_2043.jpg 534w, https:\/\/www.endoclin.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/IMG_2043-200x300.jpg 200w\" sizes=\"(max-width: 379px) 100vw, 379px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Doen\u00e7a de Crohn e Retocolite Ulcerativa O que s\u00e3o as Doen\u00e7as Inflamat\u00f3rias Intestinais? 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